Dia Internacional dos Museus e Noite Europeia dos Museus

14 Maio, 2019

Em 2019 o Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso associa-se, uma vez mais, às comemorações do Dia Internacional dos Museus e da Noite Europeia dos Museus.

O Dia Internacional dos Museus, criado em 1977, pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), tem como objetivo promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos Museus no seu desenvolvimento.

Este ano, e com base na proposta lançada pelo ICOM as comemorações terão como lema: “Os museus como plataformas culturais – museus e cidadania”.

Desta forma a companhia de teatro Filandorra – Teatro do Nordeste representará uma peça, encenada por David Carvalho e baseada na obra de José Jorge Letria intitulada: “Amadeo e o Mundo às Cores”, que literal e cenicamente será levada à cena em dois atos.

O primeiro consiste em assinalar o Dia Internacional dos Museus através da representação da peça que será dirigida ao público escolar, mais concretamente ao primeiro e terceiro anos do primeiro ciclo do ensino básico provenientes de todos os estabelecimentos de ensino do concelho de Amarante. A iniciativa decorrerá ao longo dos dias 14, 15 e 16 de maio, nos espaços da exposição permanente do Museu Municipal, entre as 9h00 e as 16h00.

O segundo assinala a Noite Europeia dos Museus e a peça volta a ser levada a palco, num espetáculo gratuito, e dedicado ao público em geral decorrerá, igualmente no interior do Museu Municipal mas desta feita, na noite do próximo sábado, dia 18 de maio, a partir das 22h00.

“Amadeo e o Mundo às Cores” é a 71ª. produção da Filandorra e tem como objetivo homenagear o mestre do modernismo em Portugal e divulgar a sua obra junto ao público a partir da narrativa ficcional de José Jorge Letria, escritor e dramaturgo e presidente da Sociedade Portuguesa de Autores.

O espetáculo, que tem como fio condutor a vida de Amadeo, é construído a partir de uma fada/metáfora “com cabelos da cor do arco-íris”, que está presente em todos os momentos da vida do pintor, desde o “dia em que veio ao mundo, no frio Novembro de Manhufe”. É ela quem “anuncia” os obstáculos que surgem no percurso incompreendido do artista e chora a sua morte, assumindo uma atitude humanizada na medida em que lhe é impossível impedir o desaparecimento do amigo. Cenicamente o espetáculo percorre vários espaços do Museu com a dramatização dos momentos mais marcantes da vida do pintor.

Esta produção conta com o apoio do Ministério da Cultura/DGartes.

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por thesign

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