Paula Modersohn-Becker e os artistas de Worpswede

13 Junho, 2014

Inaugura no próximo dia 21 de junho de 2014 a Exposição Temporária “Paula Modersohn-Becker e os artistas de Worpswede - desenhos e gravuras 1895-1906”, uma mostra que apresenta trabalhos de artistas como Paula Modersohn-Becker, Otto Modersohn, Fritz Mackensen, Hans am Ende, Heinrich Vogeler ou Fritz Overbeck e que decorrerá nos espaços da Coleção Permanente do Museu. A inauguração está agendada para as 16:00h e a exposição estará patente ao público até ao próximo dia 31 de agosto de 2014.

Esta iniciativa parte de uma estreita colaboração do Museu com o Institut für Auslandsbeziehungen (ifa) e Goethe-Institut.

Após a sessão de inauguração seguir-se-á um concerto pela Orquestra do Norte e que terá o seguinte programa:
Quinteto de Metais

Anonymous (c.1684) - Sonata from Die Bänkelsängerlieder
Henry Purcell - Sonata for Two Trumpets and Brass
G.F.Haendel - Water Music
Sonny Kompanek - Killer Tango
Manuel Penélla - El Gato Montes
Frederik Loewe - I Could have danced all night
Gerge Jones - Just a closer walk with thee


Solistas da ON
Mário Reis, trompa
Carlos Ribeiro, trompete
Flávio Silva, trompete
José Pereira , trombone
Jorge Freitas, trombone baixo

A exposição "Paula Modersohn-Becker e os artistas de Worpswede - desenhos e gravuras 1895-1906" será a oportunidade de ver nas salas do Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso um conjunto de obras reveladoras do pioneirismo no modernismo alemão. Com destaque para a artista Paula Modersohn-Becker que do grupo de artistas da colónia de Worpswede é a que assumiu a postura mais próxima às restantes vanguardas europeias (como Cézanne, Gauguin e Van Gogh). E que acaba por ter uma história de vida com pontos em comum com Amadeo Souza-Cardoso: vida muito curta; grande ligação à cidade de Paris e grande produção artística.

Os trabalhos expostos não são apenas da autoria de Paula Modersohn-Becker ou do seu madrido Otto Modersohn, mas também de outros artistas que fizeram parte, no final do séc. XIX e início do séc. XX, da colónia de Worpswede. Colónia de artistas estilisticamente heterogênea, mas com o sentido comum de procura de novos caminhos para a Arte, através da natureza e sua observação 'in loco'. Abandonaram as posturas académicas e basearam-se na ideia romântica da procura da essência do bom e belo através do autoisolamento e da reflexão pessoal sobre a natureza, das pessoas e de todas as "coisas naturais".

 

Veja aqui algumas imagens da Exposição

 

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por thesign

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